sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Leiturinha lança coleção com receitas para fazer em família



A Leiturinha, maior clube de assinaturas de livros infantis do Brasil, lança a coleção #PartiuCozinhar, desenvolvida para reunir a família no "coração da casa" com receitas divertidas e deliciosas. O kit é composto por três livros temáticos que misturam receitas e ilustrações, um avental para as crianças e dicas pedagógicas da Equipe de Curadoria da Leiturinha sobre como explorar, da melhor maneira, a temática da coleção com as crianças.

Que Monstro te Mordeu? - Receitas Salgadas, Que Monstro te Mordeu? - Receitas Doces e O Fantástico Livro de Receitas dos Pequenos Chefs ajudam as crianças a mergulharem no universo culinário, ensinando como cozinhar pode ser divertido e prazeroso, além de uma fonte de aprendizado. Indicado para crianças acima de 3 anos, a coleção custa R$155,90 com frete grátis, e já está à venda pelo site da Leiturinha. Para assinantes Leiturinha, o kit sai por R$145,90.

Com mais de 85 mil assinantes em todo o país, a Leiturinha acredita que a literatura tem a capacidade de transformar o mundo e abrir portas para que todos tenham acesso ao conhecimento e às deliciosas experiências de leitura. Para isso, a equipe de especialistas envolvida na curadoria do clube está sempre buscando formas de apresentar novos universos, sentimentos e aventuras aos pequenos leitores e suas famílias. Quem quiser conhecer o trabalho completo do clube, pode acessar: www.leiturinha.com.br.

Sobre a Leiturinha
A Leiturinha é o maior clube de assinatura de livros infantis do Brasil. Criada em 2014, ela promove o hábito da leitura compartilhada para mais de 85 mil famílias, distribuídas em mais de 5.100 cidades brasileiras. A atuação da Leiturinha se baseia no incentivo à leitura e na curadoria dos livros, para proporcionar experiências de aprendizado e diversão em família. Leiturinha é um produto da PlayKids. Para fazer parte, acesse: leiturinha.com.br.
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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

DuckTales estreia no Social Comics



DuckTales: Os Caçadores de Aventuras é a mais nova revista em quadrinhos da Editora Abril para a linha Disney, e o lançamento da versão digital no Social Comics (www.socialcomics.com.br) acontece simultaneamente com a publicação da versão impressa.

Agora, os assinantes do Social Comics, a maior plataforma de streaming de quadrinhos na América Latina, poderão curtir mensalmente as aventuras do Tio Patinhas, Pato Donald, os sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luisinho e o restante da turma para desvendar grandes mistérios e encontrar lendários tesouros.

O aguardado título é baseado na nova série animada que estreou nos Estados Unidos ano passado e, em 2018, chega ao Brasil pelos canais Disney Channel e SBT.

Em DuckTales: Os Caçadores de Aventuras # 1, já disponível para leitura, são 48 páginas nas quais nossos corajosos desbravadores descobrirão os segredos de um Farol aparentemente normal, viverão confusões em um passeio no lago e participarão das atrapalhadas filmagens de um filme de terror em um hotel abandonado.

Para ler DuckTales e centenas de outros quadrinhos da Disney, como Mickey, Zé Carioca, Pato Donald, Tio Patinhas, Pateta e Minnie, basta acessar www.socialcomics.com.br.

As origens de DuckTales

O desenho animado DuckTales: Os Caçadores de Aventuras estreou em 1987 com grande sucesso e durou quatro temporadas.

Esta nova série revive o antigo desenho numa nova versão, e narra as andanças do Tio Patinhas, com os trigêmeos Huguinho, Zezinho e Luizinho, o temperamental Pato Donald e a equipe da mansão: o valente chofer e piloto Capitão Bóing, a governanta Madame Patilda e sua neta aventureira Patrícia Vanderpato, a mais nova amiga dos trigêmeos.

Armado com sua moeda da sorte, Tio Patinhas e companhia estão em busca do tesouro escondido de sua família. No caminho, eles enfrentam muitas aventuras, seja um robô fora de controle ou viajar para o deserto e resgatar Pato Donald das garras de uma múmia.
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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Salão Internacional do Livro no Rio recebe inscrições


Escritores de diversas regiões do país estão sendo convidados para apresentarem suas obras no Salão Internacional do Livro no Rio de Janeiro. Organizado pela ZL Editora, o evento acontecerá na Casa França-Brasil, na região central da cidade maravilhosa, entre os dias 28 de março a 4 de abril. Os interessados devem se inscrever até dia 1º de março, pelo e-mail zlcomunicacao8@gmail.com.

Além de apresentar diversas obras do Brasil e do exterior, o Salão do Livro irá promover palestras sobre literatura e o mercado editorial. As conferências contarão com a participação de escritores e editores. Haverá também uma grande homenagem ao poeta e escritor Ferreira Gullar, falecido em 2016. A entrada para o público será gratuita. 

O projeto Internacional existe há mais de 7 anos e já foi realizado em Nova York (EUA), Lisboa (Portugal), Berlim (Alemanha), em algumas cidades da França e em Montreal (Canadá). 

Segundo a idealizadora, a escritora Jô Ramos, os salões de livros surgiram da necessidade de divulgar o autor independente e as pequenas editoras, ambos sem acesso ao circuito oficial literário brasileiro. “É um estímulo para preservação da nova literatura e dos novos autores”. 

- Em quase uma década de trabalho, conseguimos reunir mais de dois mil autores. Além disso, mais de 100 mil visitantes tiveram a oportunidade de conhecer novas obras literárias de escritores independentes - relata. 

Jô comenta ainda que o projeto tem conseguido divulgar de maneira mais ampla a língua portuguesa e vários autores brasileiros no exterior. “Queremos não só levar a literatura brasileira para diversos cantos do planeta. O nosso foco é dar voz e visibilidade aos novos autores”.
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A real natureza humana: entre o bem e o mal

O selo Via Leitura, da Edipro, aumenta cada vez mais os livros da Coleção Clássicos da Literatura Universal. E, claro, não podia faltar um dos livros de terror mais cultuado em todos os tempos, O Médico e o Monstro, de Robert Louis Stevenson. 

A importância desta obra para o gênero é tamanha que até Stephen King, considerado o mais aterrorizante dos escritores, coloca o romance gótico em seu “top três”, ao lado de Drácula e de Frankenstein, também publicados pela editora neste ano. O mote da história é um médico que faz experimentos no próprio corpo buscando entender as contradições da alma. 

Publicado pela primeira vez em 1886, o livro é uma das primeiras obras que abordam o transtorno de personalidade dupla, alter ego, com elementos de ficção científica e de horror, além de tornar-se uma das principais novelas góticas do século XIX. 

Com a ilustre narrativa do advogado Gabriel Utterson, o relacionamento entre o renomado Dr. Henry Jekyll, e o estranho Mr. Edward Hyde, torna-se um grande mistério, principalmente quando o médico coloca o excêntrico homem em seu testamento.

A obra analisa as relações humanas, e a intenção de Stevenson é demonstrar que todo mundo tem um lado bom, representado pelo médico que só pensa em contribuir com as pessoas e fica cada vez mais recluso em seu laboratório atrás de uma solução. E demonstra o lado mal, figurado pelo odioso Mr. Hyde, de comportamento agressivo, que chegou a matar um homem espancado. 

O advogado Gabriel Utterson se empenhará, então, em descobrir a estranha relação que une esses homens. O Médico e o Monstro traz elementos inovadores ao gênero de horror, como o transtorno de dupla personalidade. Com referências aos assassinatos cometidos por Jack, o estripador, na Londres vitoriana, chegou a inspirar um novo termo no dicionário inglês: Jekyll and Hyde, como são chamadas as pessoas moralmente dúbias.
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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Duas mulheres de distintas épocas têm suas vidas ligadas


A doutrina espírita ensina que tudo tem um motivo para acontecer, por mais que o entendimento não seja imediato, tudo tem o seu porquê. Na história de Maria Clara em Sempre existe uma razão, de Elisa Masselli e publicada pela Lúmen Editorial, as vidas passadas são demonstradas de forma que os personagens entendem que devem passar por algumas situações para evoluir.

Maria Clara não entendia o porquê dos relacionamentos os quais se envolvia não davam certo e nunca chegavam ao seu objetivo: casar-se e ter uma família. Sua revolta vinha desde que soube que foi abandonada por sua mãe na porta de um orfanato, e assim sempre pensava que nunca havia tido uma família de fato.

A história de Maria Clara se entrelaça de forma inquietante com a de Sofia, e se ela soubesse de que forma elas se conectam, talvez pudesse compreender que sempre existe uma razão para tudo.

Sofia era ambiciosa, autoritária e casou-se com Pedro Henrique, filho de um grande fazendeiro e prefeito de uma cidade do interior. Assim como o pai, Pedro Henrique adorava a fazenda e as terras que a família conquistou com muito trabalho. Mas esses não eram os sonhos da jovem moça.

Os seus objetivos eram ir à cidade grande e fazer de seu marido o novo prefeito, receber homenagens e frequentar festas. Para conquistar ascensão social, Sofia nunca mediu esforços e praticou os mais inconfessáveis atos. Mas a hora da verdade sempre chega.

Conhecendo todas as histórias que as unem, o que Maria Clara terá de aprender para ser feliz? Onde Sofia entra nesse relato de encontros e desencontros, de alegrias e tristezas, de amor e desatinos?

O leitor irá descobrir as respostas em Sempre existe uma razão, mais um envolvente romance de Elisa Masselli, cuja leitura os fará refletir sobre nossas próprias ações dentro da Lei de Ação e Reação.
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domingo, 11 de fevereiro de 2018

A hora de mudar é toda hora

O receio de mudar as coisas na vida pode tirar muita gente da zona de conforto. Desde uma peça da roupa a uma mudança de cidade ou de País, forçada ou não, a mudança sempre é motivo de questionamentos e receios. Mas no livro Maria Mudança, lançamento da Editora do Brasil, a personagem infantil que dá nome ao título, nos mostra um outro lado: que as mudanças podem ser positivas e melhorar a vida de qualquer pessoa.

Tudo começou a mudar na vida de Maria quando um dia, ao fazer a lição de casa, a eletricidade acabou e ela teve de trocar de posição para que o raio de sol, que entrava pela fresta, pudesse iluminar o caderno e ela terminasse a tarefa.

Desde então, Maria passou a mudar tudo e viu que uma mudança gerava outras, ganhando o apelido de Maria Mudança. Ela percebeu que sua vida ganhava sempre um novo significado trazendo mais alegrias e não pensava duas vezes para trocar vasos e móveis de lugar, mudar o caminho da escola, as roupas, tudo. Até com mudanças simples, um novo cenário surgia em seu dia a dia, e sua vida ficava mais interessante.

Um dia, Maria conhece o Sr. Anacleto, morador de uma casa cujo terreno era um amontoado de trastes. É aí quando Maria passa a querer mudar até as pessoas. O autor Manuel Filho observa que as mudanças de Maria têm seus cuidados. “Maria não é agressiva ao falar de mudanças. Se eu falar ‘vamos mudar isso em você’ estou sendo agressivo e posso te ofender. Quando a mudança é imposta ela é violenta. A Maria não, ela muda com carinho, experimentando, sugerindo, expandindo o horizonte”. 

Assim, o livro, com a história de Maria desmitifica o receio que temos de mudar as coisas e dá a dica de que esse medo, muitas vezes inibe a criatividade, e pode ser superado desde criança.

“Acho que, de maneira geral a gente tem medo de mudanças, só que o ‘não-mudar’ faz a gente ficar parado, acrescenta Manuel. “Mas as mudanças que produzi na minha vida, todas, sem exceção, foram muito positivas. E se essa mudança não estiver dando certo, mudo de novo, eu não tenho medo de mudança”, completa.

Além das sugestões de mudanças, que fazem os leitores de todas as idades pensar sobre o assunto, o livro também atrai por sua concepção artística, tão interessante quanto a temática. Numa época digital, é possível mostrar que as artes gráficas ainda têm muito espaço.

Autor do projeto gráfico, Celso Longo conta que o processo de produção é como um passeio por um círculo de cores que acompanham as mudanças de Maria. Enquanto a história avança entre os personagens, o passeio também avança na paleta, trocando de cores até o final. Assim, o projeto acompanha e marca a história de cada mudança da personagem, sempre acompanhada com as belíssimas ilustrações de Veridiana Scarpelli, que usou das cores e dos desenhos para explicar o andamento de algumas cenas do livro. “As ilustrações mostram as cenas descritas nos textos, como na parte da casa do Anacleto ou dos bilhetes que Maria deixava para ele. São coisas que o próprio texto pede para a ilustração mostrar. É uma relação muito próxima entre a ilustração e o texto”, diz Veridiana.
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sábado, 10 de fevereiro de 2018

4 clássicos da literatura para crianças

Uma pesquisa realizada pelo IBOPE, encomendada pelo Instituto Pró-Livro e divulgada em 2016, mostrou que 56% dos brasileiros dizem ler com frequência (pelo menos 1 livro em partes ou inteiro nos últimos três meses), um número recorde no país. Segundo a mesma pesquisa, o brasileiro lê 4,96 livros por ano, do total 2,43 foram terminados e 2,53 foram lidos apenas em partes. Para Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar, os números tendem a ser ainda mais positivos com o inventivo a leitura desde a infância. 

De acordo com a especialista, a leitura traz benefícios importantes para o aprendizado e desenvolvimento dos pequenos. “Ler e incentivá-los a ler é muito benéfico. Com a leitura as crianças não só aprendem coisas novas, como aprendem a escrever melhor, ampliam seu vocabulário e, é claro, melhoram seu desempenho escolar”, comenta. Não sabe por onde começar essa aventura com os seus filhos? A especialista separou quatro clássicos que vão tem ajudar nesta tarefa.


Fábulas de Monteiro Lobato

É um livro de 1922, que traz as mais variadas histórias, que, além de divertir, sempre tem uma lição moral para as crianças. Monteiro Lobato usa os bichos como personagens que falam, pensam e interagem com o homem. São contos que unem o lúdico e trazem lições importantes sobre a vida e nosso cotidiano.


Menino Maluquinho

Clássico lançado em 1980 por Ziraldo, é uma referência mundial da literatura infantil. Versos e desenhos contam as aventuras e traquinagens de um menino e sua turma. Ele é quem alegra todas as casas, o menino que todos sonhamos ter sido. É a aventura contagiante de uma menino feliz.


Meu Pé de Laranja Lima

Lançado em 1968 e escrito por José Mauro de Vasconcelos, foi traduzido para mais de 52 línguas e publicado em 19 países, além de adaptado para o cinema, a televisão e o rádio. O livro conta a história de Zezé, um menino de cinco anos de uma família pobre e numerosa, criativo e extrovertido, sua amizade com Portuga e sua relação com um pé de laranja lima. 


Pequeno Príncipe

É um clássico francês do escritor Antonie de Saint-Exurpéry, um dos livro mais com mais traduções no mundo, 220 idiomas e dialetos. Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. 

A psicopedagoga lembra ainda, que mesmo depois que a criança já tiver adquirido esse hábito da leitura, é bom que os pais e professores continuem a incentivá-la. “Ler para a criança desde os primeiros anos de vida é algo muito importante, e continuar incentivando esse hábito durante seu crescimento trará inúmeros benefícios para seu aprendizado e desenvolvimento como ser humano”, completa Ana Regina. 
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A mulher moderna vai muito além dos estereótipos


As mulheres estão em alta. São elas as inspirações para músicas, obras, fotos e poemas. Mas, também são elas as fortes, corajosas, e que continuam a amar, mesmo com o coração já mil vezes despedaçado.

Em uma coletânea de crônicas sobre a mulher contemporânea, e seus encontros e desencontros do universo da solteirisse, Vivian Mello levanta em Entre e fique à vontade questões importantes para qualquer um que queira saber mais sobre as incríveis personalidades femininas.

“Precisamos de uma nova revolução. Uma revolução de conceitos e de hábitos. Vamos viver para nós, vamos nos tornar a donzela moderna. Acho que é isso o que falta para a evolução da nossa espécie. Nossos heróis estão lá fora, em busca da donzela moderna, em busca da feminilidade, da sensualidade e da força.
Garota superpoderosa, mulher maravilha, mulher moderna, donzela...Não importa o nome, o importante é encontra-la dentro de si mesma. Molde-a, e traga ao mundo mais uma evolução da maior das espécies: a mulher!” (p. 19)
Sejam perguntas e reflexões sobre o amor, a sexualidade e o peso da sociedade nas relações amorosas, a escritora consegue repassar com bom humor todos esses tópicos, enfrentados por ela e também suas amigas, repassando a expertise nessa busca incansável pelo amor.

Sexo, decepções, sonhos, medos, paixões, aventuras ardentes, algumas lágrimas, mas tudo isso sempre com o bom humor acompanhando! Afinal, mulheres modernas não ficam paradas, estão sempre atualizadas e o caminho da descoberta de si mesma pode ser uma aprendizagem divertida e prazerosa. Portanto, entrem e fiquem à vontade!
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