sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Já conhece o site oficial do George R.R. Martin no Brasil?


A editora LeYa lançou, no início de julho, o site oficial do autor deA Guerra dos Tronos no Brasil.

Confira o site e tenha acesso a conteúdo inédito, wallpapers, galerias de imagens, concursos, promoções especiais, análises sobre as obras do autor e muito mais.

E que tal já ler um capítulo do livro inédito Ventos do Inverno? Basta ir na seção "Para fãs" e se preparar para o 6º livro de As Crônicas de Gelo e Fogo!


Veja também mais sobre o universo de Wild Cards, Caçador em Fuga, Sonho Febril e todos os universos criados pelo autor de ficção fantástica mais importante da atualidade.


Cadastre-se também no fã-clube, na página "Bônus", para receber material em primeira mão.

E lembrem-se: o inverno já chegou...
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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Mais famosa obra de Mary Shelley, Frankenstein, é relançada pelo selo Via Leitura


Frankenstein, de Mary Shelley, é reeditado pelo selo Via Leitura, da Edipro. O livro, publicado pela primeira vez em 1818, mistura elementos de terror e ficção científica e, rapidamente, tornou-se um grande clássico da literatura gótica. Desde então, a obra é considerada uma das maiores e mais fascinantes histórias de horror de todos os tempos.

Em uma mansão da Suiça, Mary e Percy Shelley, o poeta Lord Byron e o escritor John Polidori ficaram presos por conta de grandes tempestades e resolveram cada um fazer um conto de terror, e essa foi a origem de um dos monstros mais famosos do mundo.

Segundo a autora, após muita observação das conversas entre Lord Byron e Percy Shelley (um grande poeta, além de marido da autora) sobre doutrinas filosóficas e ciências, como o darwinismo, a autora sentiu-se estimulada a escrever uma obra que trouxesse elementos fantásticos e sombrios associados à ciência. O resultado foi uma produção de tirar o fôlego do mais ávido leitor.

O livro, de Mary Shelley, quebrou paradigmas e lançou vários aspectos importantes para a literatura de ficção. Victor Frankenstein é um cientista que se empenha em um experimento que tem o intuito de retomar a vida de um ser inanimado. Isso resulta na concepção de uma criatura sobre-humana e monstruosa que passa a lhe perseguir, tornando-se um arquétipo de seu próprio criador.

Este aspecto do enredo é responsável pela força desta história. Entre várias peculiaridades geniais, também se destaca a abordagem das dualidades humano/inumano e natural/artificial.
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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Em livro infantil, roteirista do Castelo Rá-Tim-Bum apresenta a Idade Média aos leitore


Abelardo tem dez anos e vive em um feudo em plena Idade Média. Gosta de desenhar dragões nas paredes do castelo e, mesmo que lhe digam o contrário, tem certeza de que eles existem. Assim como acredita que o pai, que partira anos antes para as Cruzadas, voltará para casa. Eis que um dia um intrigante mapa, indicando um local onde viveriam as criaturas aladas, cai em suas mãos. O garoto, corajoso, parte em busca dessa terra desconhecida, embarcando em uma viagem fantástica, repleta de espantos e surpresas, que confundirá os limites entre desejo e realidade.

A lenda de Abelardo, nova narrativa de aventura e fantasia de Dionisio Jacob, tem tudo para agradar os pré-adolescentes. A rica ambientação de época, baseada em pesquisa histórica sobre costumes e contexto sociocultural, e o inventivo mundo imaginário, rico em detalhes e coerência interna, combinam-se perfeitamente numa trama que, além de entreter combinando humor, emoções e sagacidade, chama atenção para questões atuais, como preservação ambiental e biodiversidade.

As vinhetas em preto e branco, feitas pelo ilustrador Rogério Coelho, inserem novos elementos na narrativa, contribuindo para o enriquecimento da leitura e instigando a imaginação.

Sobre o autor: Dionisio Jacob nasceu em São Paulo, em 1951. Autor de novelas, romances e contos para jovens e adultos, é também ilustrador e arte-educador. Foi um dos fundadores do grupo de teatro Pod Minoga, além de roteirista de programas de TV infanto-juvenis da década de 1990, como Castelo Rá-Tim-Bum, Cocoricó e TV CRUJ. Recebeu prêmios importantes, como Menção Honrosa no prêmio Jabuti, em 2002, e Melhor Livro no concurso da UBE, em 2005. Pela SM, publicou também: A espada e o novelo, A flauta mágica, A fenda do tempo e Sonho de uma noite de verão.

Sobre o ilustrador: Rogério Coelho nasceu em São Paulo, em 1975. É ilustrador profissional desde 1997. Já ilustrou mais de sessenta livros de literatura infanto-juvenil, além de quadrinhos, revistas e didáticos. Recebeu diversos prêmios, como a exposição "Ilustrando em Revista" da Editora Abril e o prêmio Jabuti em 2012. Também foi finalista do prêmio Abril de Jornalismo na categoria ilustração, em 2011.
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Faro Editorial lança série, “Para Amar” Clarice Lispector e Graciliano Ramos


Por que um autor se torna um clássico? Por que continuam a ser lidos e admirados por tantas décadas? Como é possível ler essas obras e apreciar suas inovações? E, como elas acontecem no texto desses autores?

Nossa literatura é rica de escritores que criaram estilos únicos para contar histórias, bastante lidas, mas nem sempre compreendidas sob o signo de sua inovação e arte. Mergulhar numa obra literária e absorver os os aspectos e ideias mais relevantes pode ser complicado sem um caminho de orientação e, muitas vezes, é complexo até para pessoas ligadas a Literatura.

Foi pensando em aproximar as obras de seus leitores, naquilo que elas têm de mais especial, a Faro Editorial criou a série “Para Amar”. Não se trata de um resumo de obras, pelo contrário. A coleção guia o olhar do leitor para entender a narrativa dos autores a partir do conjunto de suas várias obras, servindo com um roteiro para que qualquer pessoa seja capaz de observar os aspectos mais importantes da obras-primas de nossa literatura.


A Ideia da série?


Os autores se tornam clássicos por terem sido considerados como a melhor produção literária de sua época em termos de arte, de inovação, de exercício da linguagem. No entanto, dizer isso aos leitores atuais não é suficiente. É preciso mostrar onde acontece esse destaque, como acontecem e por quê.


Como isto é feito?


Na obra de Graciliano, Ivan Marques destaca os momentos-chave em que o autor estabelece algumas
de suas principais marcas estilísticas como

a incomunicabilidade, a loucura, críticas a condição humana, estilo seco, conciso e sintético, e uma busca por objetividade e clareza, em obras como São Bernardo, Angústia, Memórias do Cárcere, Caetés, Vidas Secas entre outras.

Na obra de Clarice, Emilia Amaral encontra elementos bem diferentes: a individualidade, a voz dos que não tem espaço, o inconsciente, a narrativa desordenada, a busca existencial, a metafísica, o caos interno, a visão psicanalítica. E ela utiliza trechos de livros como A hora da Estrela, Laços de Família, A paixão segundo GH, Perto de um coração selvagem, entre outros, incluindo mais de uma dezenas de contos.

O diferencial da coleção é mostrar a arte, no momento em que acontece, com a transcrição de trechos das respectivas obras com a ideia de indicar aos leitores como observar o que é mais importante naquele autor, algo que os consagraram com destaque em nossa Literatura.

Os primeiros volumes da coleção chegam às livrarias em agosto pela Faro Editorial, “Para Amar Clarice” e “Para Amar Graciliano”, foram escritos por dois especialistas em literatura brasileira, Emília Amaral e Ivan Marques, que reunirem qualidades especiais: larga formação em literatura brasileira e capacidade de falar (e escrever) para público não acadêmico.

Na coleção, o leitor também irá encontrar um pouco mais sobre a biografia cada autor. Trata-se de uma coleção focada em leitores que desejam expandir sua forma de ler literatura nacional, sem as urgências dos concursos universitários.
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sábado, 12 de agosto de 2017

Conheça o Fullmetal Alchemist Guia Completo #01


 A Editora JBC está divulgando uma novidade que será lançada neste mês. O Fullmetal Alchemist Guia Completo chega nas lojas em nova edição, acompanhando a publicação de Fullmetal Alchemist!

Indispensável para os fãs da série, o Guia conta com informações sobre os personagens, os cenários, o enredo e o universo de Fullmetal Alchemist, com curiosidades sobre as pesquisas de alquimia e entrevistas com a autora, Hiromu Arakawa.



Dados da Edição
Autora: Hiromu Arakawa
Formato: 13,5 x 20,5 cm
Número de páginas: 184 p.
Preço: R$ 19,90
Classificação etária: Livre
ISBN: 978-85-457-0302-0
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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Um antídoto para a era da ansiedade, Alan Watts fala sobre viver o presente


Lançamento da Editora Alaúde, o livro A sabedoria da insegurança, de Alan Watts, presenteia o leitor com uma reflexão sobre a felicidade e o viver o presente. Mesmo tendo sido escrita em 1951, a obra é extremamente atual e necessária porque vivemos em uma era de ansiedade sem precedentes. 

Constantemente ocupados em lamentar o passado e planejar o futuro, nos esquecemos de viver plenamente o aqui e o agora. Sem fórmulas mágicas, Watts nos mostra que aceitar o presente e o que somos neste momento é a única forma de viver uma vida plena e livre das angústias da ansiedade.

“Escolhas geralmente são decisões motivadas pelo prazer ou pela dor, e a mente dividida age com o único propósito de aproximar o “eu” do prazer e afastá-lo da dor. Os melhores prazeres são os que não são planejados, e a pior parte da dor é esperar por ela e buscar alívio quando ela chega. Não é possível planejar ser feliz.” 

Grande divulgador e popularizador das filosofias orientais no ocidente, Alan Watts vem sendo redescoberto por leitores de novas gerações, tornando-se presença frequente em citações, posts, vídeos e animações na internet. A popularidade do autor vem, justamente, da forma como sua narrativa dialoga com o sentimento de instabilidade e incerteza do mundo atual. 

Em A sabedoria da insegurança, Watts mostra como abraçar a insegurança e lidar com ela de modo que promova o autoconhecimento e o desenvolvimento pessoal. A nova edição conta ainda com o prefácio de Lauro Henriques Jr, autor de Palavras de Poder (Editora Alaúde), e de Deepak Chopra, autor de Você é o universo e Supercérebro (Editora Alaúde). Chopra afirma que o livro A sabedoria da insegurança foi fundamental no início de sua trajetória profissional.

“Eu tinha 30 e poucos anos, mais ou menos a idade do autor quando o livro foi publicado, e Watts foi para mim o orientador perfeito em uma mudança de rumo na vida, que me afastava do materialismo e de suas promessas vazias”, afirma Chopra.
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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Editora abre inscrições para antologia português e francês


A ZL Editora está com inscrições abertas para autores que queiram participar da quarta edição bilíngue, português-francês, da Antologia Escritores da Língua Portuguesa. O cadastro para interessados será feito pelo e-mail zlcomunicacao8@gmail.com até o dia 31 de agosto. 

Cada autor poderá ocupar até três páginas e terá direito a cinco exemplares da antologia. Apesar da obra prestigiar contos e crônicas, os escritores podem enviar outros tipos de textos, como poemas, prosas, entre outros. Segundo Jô Ramos, idealizadora da iniciativa, o projeto busca proporcionar aos autores maior visibilidade da sua produção literária, não só no Brasil como também no exterior. 

A primeira antologia da editora foi lançada somente em português no Brasil. Os textos do volume II tiveram a tradução para o inglês e contou com o lançamento em Nova York, Estados Unidos. Já a terceira edição, publicada em português e alemão, teve sua edição lançada em Berlim, Alemanha. A última edição será lançada no Salão do Livro da França em 2018. 

A antologia tem previsão de lançamento para 1º de dezembro, durante o evento comemorativo “Troféu da Literatura Brasileira 2017”, num jantar que acontecerá no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.
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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Você sabe qual a verdadeira cor da felicidade?


Mãe, escritora e médica, a autora natural de Guimarânia, interior de Minas Gerais, persiste em todas as áreas, para levar amor, saúde e cultura a todos. Em uma jornada de trabalho tripla, a oftalmologista mãe de gêmeos, Renata R. Corrêa, ainda encontra tempo na tribulada rotina para espalhar o amor e a esperança a todos que lêem as suas obras.

Em As coisas não são bem assim, o leitor é apresentado a uma linda história de superação e amor que demonstra que, muitas vezes, a vida não segue planos e que coisas ruins inevitavelmente acontecem com pessoas boas. Porém, o destino nunca falha em colocar no caminho dos bons outros com o poder de cura.

O leitor segue a história de Clarice, uma jovem que perde o namorado e grande amor da vida, antes que os dois pudessem se formar na faculdade. Junto da morte do jovem, um pedaço da alegria, esperança e futuro de Clarice também é perdido. Depois de alguns anos, ela conhece Henrique, um pai solteiro viúvo e que vê nela a possibilidade de um grande amor, novamente. Entretanto, a vida nem sempre percorre o caminho que se quer, e o casal vai precisar enfrentar alguns percalços antes de encontrar a felicidade. É uma bonita e delicada história sobre recomeços, fé, esperança e o grande poder do amor.

Com forte inspiração na própria vida da autora, As coisas não são bem assim, mostra como a vida é imprevisível, e como alguns males realmente surgem para provar que as batalhas vividas são de grande valor.
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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Cardápios para despertar o desejo de ler


Livros grandes ou pequenos, grossos ou finos? Livro brinquedo, livro jogo, livro com texto ou livro de imagens? Com pistas para serem encontradas, com cartas enigmáticas para serem decifradas? Livros convencionais ou com figuras que saltam para fora das páginas e abas para movimentar personagens? Histórias em quadrinhos, prosa, poesia? Autores nacionais ou estrangeiros, famosos ou pouco conhecidos, contemporâneos ou que viveram há séculos? Livros que falam de bichos, de seres fantásticos ou de gente como a gente? Contos de fadas, de assombração, de aventuras, de magia, de realidade crua? Adaptações ou textos integrais? Em papel ou eletrônico? Quem escolhe: a criança ou o adulto? Se o livro está publicado com imagens coloridas, capa atraente e projeto gráfico cuidadoso, ele necessariamente tem qualidade?

São muitas as perguntas que podemos fazer ao entrarmos em uma livraria ou biblioteca para escolhermos livros de literatura destinados às crianças. As estantes abarrotadas com obras de todo tipo podem provocar dúvidas sem fim. Afinal, como escolher diante de tantas possibilidades, em um universo de publicações heterogêneo quanto à qualidade, às abordagens e às propostas? Evidentemente, não há receitas que garantam escolhas certeiras ou bússolas que indiquem viagem segura pelos mares de livros, mas algumas referências podem nos ajudar nesta empreitada.

É importante lembrar que leitores não nascem prontos. A leitura, especialmente a literária, é ato complexo, nada simples, aprendido por meio de mediações variadas: do ambiente familiar, da escola, da cultura, do meio social, entre outras. Ao tomar contato com o texto literário, nem sempre o leitor encontra o imediatamente compreensível, o previsível, o conhecido. Na leitura, o leitor passa a fazer parte de um jogo no qual as palavras sugerem, revelam e escondem sentidos, como o gato e seu sorriso, em Alice no País das Maravilhas, que aparece e desaparece lentamente, começando pelo rabo e terminando pelo sorriso, que continua flutuando depois que o resto do corpo já foi embora. A literatura, muitas vezes, desestabiliza o leitor – lhe dá o sorriso sem o gato – desacomoda, emociona, faz refletir.

No processo de formação do leitor são necessárias várias ações e a escolha dos livros é parte essencial dessa construção. Qualidade e diversidade podem ser categorias valiosas a orientar a escolha de livros, seja para lermos aos nossos filhos ou para a montagem de acervos em espaços culturais e educativos. Qualidade de textos, ilustrações, projeto editorial, do livro como objeto que será experimentado pela criança. Diversidade de gêneros, temas, abordagens, autores, ilustradores, estilos, propostas editoriais. 

A idade e a maturidade das crianças também são referências importantes ao escolhermos livros, mas é preciso ter em mente que não basta ter a mesma idade para que os interesses sejam os mesmos, pois se há consenso em relação aos períodos do desenvolvimento humano, sabemos também que cada pessoa é singular. Assim, considerar a singularidade das crianças e oferecer opções variadas pode aumentar as chances de que o leitor encontre um livro com o qual se identifique.

Se as escolhas devem ser cuidadosas, avaliando para quem e por que se escolhe, é bom lembrar que, embora o acesso aos livros seja importante, ele não é suficiente para formar o leitor. O modo como estes livros chegam às crianças também é fundamental, ou seja, o mediador – seja ele alguém da família, o professor, o bibliotecário, o animador cultural – e suas ações também podem ser decisivos para que o leitor aceite (ou não) o convite à leitura. Como o livro de literatura é apresentado ao leitor infantil? Como objeto lúdico, que pode ser manipulado, cheirado, tocado, olhado, lido e experimentado em muitas brincadeiras? Como objeto revelador, que instiga, emociona e cujos sentidos podem se entrelaçar às experiências de quem lê? Como possibilidade de descoberta do mundo e de si mesmo?

Com os adolescentes, a leitura literária também pode manter encanto e frescor se os livros não se limitarem a servir como estratégia para o ensino de história da literatura ou de conteúdos curriculares variados; se a literatura não ficar aprisionada em atividades tediosas de avaliação. Pois, o desafio não é apenas ler, mas gostar de ler, ler para além das obrigações escolares, ler porque se descobriu que a história, o poema, a imagem nos mobiliza, conta coisas sobre nós mesmos, nos vincula com a comunidade humana.

Frente ao desafio de selecionar livros para formar um conjunto variado e instigante de obras, sempre me deparo com a idéia de um cardápio de leituras para despertar (e manter!) o desejo de ler que tenha como carro-chefe a diversidade de sabores, a qualidade dos ingredientes a serem experimentados e combinados e o modo como poderão ser oferecidos para que um paladar literário vá se compondo. Se há diferentes leitores, diferentes interesses e diferentes desejos, vale à pena nos perguntarmos que cardápios de leituras oferecemos com nossas escolhas.


Por Silvia Oberg: Formada em Letras e doutora em Ciência da Informação (ECA/USP). Trabalhou na Biblioteca Infantojuvenil Monteiro Lobato (SP), é especialista em literatura para crianças e jovens, professora e trabalha em projetos de formação de mediadores de leitura.

Fonte.
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Salão do livro no Canadá abre inscrições para escritores


Mais do que vender livros, os escritores buscam levar seu conceito, sua arte e sua maneira de ver o mundo para o universo de leitores. Pensando nisso, o I Salão do Livro do Canadá está com inscrições abertas para autores brasileiros. Organizado pela ZL Editora, o evento acontecerá nos dias 9 e 10 de setembro em Montreal. Os interessados precisam se inscrever, até dia 30 de agosto, pelo e-mail zlcomunicacao8@gmail.com.

Além de disseminar a literatura brasileira para fora de nossas fronteiras, haverá palestras com escritores que irão destacar sobre os desafios do mercado editorial, a importância do trabalho coletivo, como definir objetivos quando se decide editar uma obra entre outros assuntos.

Segundo Jô Ramos, idealizadora do projeto, o salão vai reunir também artistas plásticos, estudantes e professores. “O principal objetivo é promover propostas inovadoras para a literatura brasileira, como um aliado no aprofundamento e extensão das feiras internacionais”.


Ela diz que os escritores independentes precisam construir novas pontes para acessar o mercado editorial que hoje se fecha em apenas alguns nomes. “Por isso, queremos instigar a geração de intercâmbios mais eficazes entre os dois países”, ressalta.

- A ideia é fazer com que o autor leve seu trabalho a um público maior conquistando novos leitores, além de acessar novas formas de divulgação da sua obra - conclui.
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terça-feira, 1 de agosto de 2017

'Akira' faz retrato do Japão do pós-guerra


Em 1957, causou comoção em Tóquio o acender das luzes de um letreiro de néon de mais de duas toneladas. Não foi o primeiro, mas foi o que fez todas as empresas correrem atrás de um. Hoje, as paisagens urbanas com escassez de espaço e excesso de néon são marca registrada dos grandes centros urbanos asiáticos e do imaginário cyberpunk, mas também representam a dominação da cultura consumista imposta pelos EUA no pós-guerra.

Um quarto de século mais tarde, foi lançado o primeiro volume de Akira, mangá seminal de Katsuhiro Otomo que se utilizou desse cenário néon para pavimentar o caminho para outros produtos culturais nipônicos no Ocidente. Finalmente, o Brasil está recebendo uma edição caprichada de Akira, pela JBC.

Publicado em seis volumes entre 1982 e 1990, Akira se passa em 2019, três décadas após a deflagração da 3ª Guerra Mundial e a destruição da antiga capital japonesa. Os Jogos Olímpicos de 2020 estão prestes a ser sediados em uma Neo Tokyo (a vida imita a arte, afinal) reconstruída, temperada por uma juventude promíscua, um cenário político convulsionado e charlatães religiosos à espera de um messias. 

O incipit do drama de Otomo é o encontro entre uma gangue de motociclistas liderada por Kaneda e a cobaia de um teste militar secreto do governo: um sujeito com corpo de criança e feições de idoso, que demonstra poderes sobrenaturais. Tetsuo, que costumava ser o mais vulnerável da trupe, colide com o garoto psíquico e leva a pior, o que desperta nele as capacidades telecinéticas.

O primeiro volume, por enquanto o único disponível nas livrarias, concentra-se na evolução dos dons de Tetsuo, seu crescente antagonismo em relação aos antigos amigos e sua escalada de menor infrator a inimigo público número um. Essa transição é muito mais bem desenvolvida no mangá do que no clássico filme em animação de 1988, que resume radicalmente a história, sacrifica a construção das personagens e ignora boa parte das subtramas políticas, além dos três volumes finais. 

Akira se passa no futuro, mas como toda obra de sci-fi, é um reflexo de seu próprio tempo. Tetsuo personifica o Japão do pós-guerra e a ameaça nuclear. Suas mutações são uma metáfora dos efeitos da radiação à qual o país foi exposto após a explosão das bombas de Hiroshima e Nagasaki; a rápida evolução de seus poderes, sublinhada em vários momentos, é um paralelo do desenvolvimento econômico galopante pelo qual o Japão passou, indo de uma nação em ruínas para uma potência pujante; a consequente perda da identidade nacional nipônica após esse processo e a imposição da cultura ocidental trazida pela globalização estão expressas na atitude hostil de um irreconhecível Tetsuo para com seus antigos comparsas. 

Katsuhiro Otomo não só foi responsável por fincar a bandeira dos mangás e animes em solo ocidental, mas seu cenário futurista de Neo Tokyo, um emaranhado de luzes néon, deu o tom para todo o gênero cyberpunk dali em diante, junto de Blade Runner, lançado no mesmo ano. Basta pensar que Neuromancer, de William Gibson, foi publicado só dois anos depois. 

A vinda de Akira para as Américas coincidiu com a quebra do mercado norte-americano de videogames (resumidamente, a Atari afundou-se em dívidas após uma péssima adaptação do E.T., de Steven Spielberg, para os games) e a posterior invasão da japonesa Nintendo a partir de 1985, o que consolidou de vez o intercâmbio cultural que dura até hoje.

Em breve, o leitor brasileiro poderá ler os outros cinco volumes de Akira e explorar por conta própria suas nuances, que não se restringem à política e ao comentário social, mas se expandem para uma dimensão religiosa e filosófica que foi essencial para o amadurecimento dos quadrinhos japoneses.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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segunda-feira, 31 de julho de 2017

Um amor de Swann ganha nova tradução em lançamento do selo Tordesilhas


O selo Tordesilhas lança uma nova edição do clássico Um amor de Swann, de Marcel Proust. O livro é a segunda das três partes de No caminho de Swann, o primeiro dos sete volumes de Em busca do tempo perdido, uma das maiores obras da literatura universal, escrita entre 1908 e 1922. 

Além de uma nova tradução, que mantém o estilo típico de Proust, essa edição conta ainda com o prefácio de Marcelo Jacques de Moraes, professor titular de literatura francesa da UFRJ, em que trata de aspectos da obra proustiana, como a rememoração e sua estilística, além de sensibilizar o leitor para as grandes questões do romance, em especial o tema do amor e a relação entre vida e arte. 

O livro narra o amor obsessivo de Swann, homem culto da aristocracia francesa, que se apaixona por Odette, mulher fútil de reputação duvidosa. De um simples caso desinteressado, a relação evolui para algo que toma conta da vida do protagonista. Do momento em que Swann se encanta por Odette ao desfecho da paixão, Proust costura um drama que desvenda com sarcasmo e enorme perspicácia filosófica os estados psicológicos e articulações sociais inerentes à natureza humana. 

“E aquela doença que era o amor de Swann tinha se espalhado tanto, se misturado tanto a todos os hábitos dele, ao pensamento, à saúde, ao sono, à vida, até mesmo ao que ele desejaria para depois da morte, fundia-se a ele de tal forma que não teria sido possível arrancá-la dele sem destruí-lo inteiro aos poucos: como se diz em cirurgia, o amor dele não era mais operável.”

Ao narrar a história de Swann e Odette, a obra ultrapassa a descrição de uma simples história de amor para revelar gradualmente a complexidade dos sentimentos, da memória e do tempo – as bases do universo proustiano.


Este é a única parte de toda a obra Em busca do tempo perdido narrada em 3a. pessoa, tendo Swann como protagonista. Através da história de uma atração que se torna afeto, amor, obsessão, o narrador escancara como algumas relações interpessoais se constroem. 

Cenas como as do médico se esforçando para não demonstrar sua imensa insegurança em reuniões sociais ou da sra. Verdurin sendo prepotente para disfarçar seus medos, momentos em que se percebe como o olhar de Odette valoriza o parecer em vez do ser, entre outras, são apresentadas com a ironia proustiana típica, revelando muitos tipos comuns tanto na sociedade do século XXI quanto naqueles convivas do clãzinho dos Verdurin em pleno século XIX.
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sexta-feira, 28 de julho de 2017

'O grande debate' de Yuval Levin é necessário em tempos de polarização política


A Editora Record lança neste mês o livro 'O grande debate: Edmund Burke, Thomas Paine e o nascimento da esquerda e da direita', de de Yuval Levin.

Em tempo de posições extremas, é fácil esquecer que nosso sistema político é mais do que discussões partidárias, clamor de grupos de interesses e algumas frases de efeito. É uma janela para conjuntos contrastantes de crenças filosóficas sobre a natureza da liberdade, da igualdade e da democracia. 

Em O grande debate, Yuval Levin explora as raízes da divisão entre esquerda e direita ao examinar as visões dos homens que melhor representaram cada lado em sua origem: Edmund Burke e Thomas Paine. Por meio de cuidadosa consideração da obra dos dois autores, Levin descortina a política moderna e oferece um retrato das raízes de nossa divisão política. 

Leitura essencial para qualquer um que queira compreender não apenas as bases de nossa ordem política, mas também as controvérsias que alimentam as divisões entre o conservadorismo e o progressismo, oferecendo um exame profundo do que verdadeiramente significa o debate entre eles.
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quinta-feira, 27 de julho de 2017

Gustavo Lopes lança 'O Inominável' gratuitamente no Wattpad e no Luvbook


O escritor brasileiro Gustavo Lopes, natural de Suzano-SP acaba de lançar seu primeiro livro que se chama 'O Inominável'. O livro de estreia do autor paulista de 28 anos está disponível online para leitura gratuita nas plataformas Wattpad e Luvbook. 

Segundo o próprio Gustavo, atualmente ele trabalha, estuda e se divide entre centenas de coisas, mas sua verdadeira paixão é a escrita. "Leio quando posso e escrevo o quanto possível, sobre realidades distorcidas e talvez horrendas, que nem sempre têm um final feliz, mas que devem ser contadas", define. Quem quiser conhecer o trabalho do autor pode conferir no site dele.



Sinopse: Um grupo de amigos, estudantes do ensino médio, encontram um livro, jamais visto até então na biblioteca de sua escola, e resolvem provar a veracidade de seu conteúdo, instruções para um ritual aparentemente inofensivo e extremamente tentador. Motivados por um histórico de bullying e a promessa de um fim definitivo para os seus problemas, Andreia, Augusto "Bolinha", Davi e Thalita partem em uma jornada sem retorno, rumo à escuridão inominável que habita em seus corações.

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sábado, 22 de julho de 2017

HQs de Transformers chegam ao Brasil


Tem uma grande novidade para os fãs de quadrinhos! A Hasbro, empresa global de entretenimento, e a Social Comics, plataforma de leitura digital de quadrinhos, se uniram para trazer para o Brasil HQs de Transformers.

Para iniciar a parceria, foi lançado o arco “The Transformers - Generation 1” no dia 10 de julho, dentro do aplicativo da Social Comics. Lançada originalmente em 2009, a série é composta por seis revistas e traz a Terra reconstruída, com os Autobots escondidos, três anos após os eventos devastadores de All Hail Megatron.

Em princípio, será disponibilizado uma nova HQ de Transformers por quinzena, sendo que as próximas serão “More than meet the eye” e “Robots in Disguise”. Além de Transformers, chegarão ao aplicativo as séries de Magic e Dungeons & Dragons, em agosto, e My Little Pony, em outubro.

A Social Comics é um serviço de streaming de quadrinhos, o único do mercado brasileiro. A plataforma agrega mais de quatro mil HQs, de mais de mil artistas e 60 editoras, nacionais e internacionais. Com menos de dois anos, o serviço já contou com mais de quatro milhões de páginas lidas, uma média de 361 revistas lidas por dia.
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sexta-feira, 21 de julho de 2017

O Enigma da Bíblia de Gutenberg traz aventura empolgante


A Editora Mundo Cristão lança no mês de julho uma ficção eletrizante! Trata-se de O Enigma da Bíblia de Gutenberg, o primeiro volume de uma série composta por quatro publicações escritas pelo autor, jornalista e teólogo carioca Maurício Zágari.

A obra traz as emocionantes aventuras de Daniel, um jovem cristão brasileiro que resolve investigar um crime cometido dentro de sua própria igreja: o furto de um dos exemplares raros da Bíblia. Para isso, ele terá de enfrentar altos riscos, ao mesmo tempo que aprenderá lições valiosas sobre si mesmo e sua fé.

Os instantes seguintes foram de choque. A igreja inteira
viu quando a valise foi aberta. E dentro dela... não
havia nada.
Aqueles segundos pareceram horas. As pessoas só caíram
na realidade quando o missionário Cláudio exclamou,
trêmulo e com os olhos arregalados:
— Fui roubado!

Voltado para pré-adolescentes, adolescentes e jovens interessados em entretenimento empolgante, mas espiritualmente saudável, a obra promete entreter e edificar. Pais, pastores, líderes e professores podem usar o livro como ferramenta de ensino e debates com seus adolescentes e jovens. É um livro que mexe com a imaginação e provoca reflexão sobre importantes aspectos da vida cristã. Além disso, é um excelente material para aqueles que desejam compartilhar conteúdo bíblico àqueles que jamais se interessariam em ler uma obra com ensinamentos espirituais.

A novidade tem previsão para chegar às livrarias no mês de julho.
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quinta-feira, 20 de julho de 2017

Danilo Leonardi, criador do Cabine Literária, lança a obra Coisas Inatingíveis


Sem escrúpulos e sem limites, Danilo Leonardi, criador do canal Cabine Literária, lança o segundo livro, Coisas Inatingíveis, pelo selo Outro Planeta, da Editora Planeta. Nesta história, o autor ultrapassa qualquer razão e mostra as consequências que as atitudes de quatro jovens podem causar.

Os sonhos dos personagens, a ânsia pelo sexo, pela bebida alcoólica e pelas drogas, - maconha, cocaína e cristal -, embalam a obra em uma loucura que incomoda quem lê. O tráfico e a forma como as pessoas envolvidas resolvem suas questões marcam uma presença inquietante. Porém, não há só momentos complexos, a história também aborda amor, amizade e cumplicidade incondicional.

Cristina é ácida, mas com um coração ingênuo. Acha que pode viver qualquer coisa, porém seus pensamentos mais íntimos mostram que ela continua a princesa do papai. Até onde ela é capaz de ir para provar que ela sabe o que faz de sua vida?

Raí, incontrolável, é um perigo para ele e para os outros. Faz de tudo para conseguir o que quer e surpreende com a capacidade de não sentir nada, mas sobrevive da vontade das pessoas de quererem sentir algo. Mas até quando essa indiferença?

Bernardo é doce e está em busca do entendimento de sua sexualidade, do amor e do que quer exatamente para si e carrega um amor incondicional. A homofobia permeia o caminho e pode ameaçar sua sanidade. Ele será capaz de se curar das pessoas?

Bianca é confiante e dona de si, mas guarda as inseguranças que qualquer pessoa que está no poder pode ter. Tem a responsabilidade de manter as situações em sigilo e faz isso como ninguém. Será que ela não tem fragilidades?

Estes quatro jovens são intrigantes, provocantes e capazes de estimular os sentimentos mais intensos, com suas características únicas e experiências tão próximas da realidade.

Em Coisas inatingíveis, Danilo Leonardi entrelaça quatro histórias numa trama de tirar o fôlego e que fará os leitores repensarem a vida. Jovens com diferentes visões, diferentes caminhos, mas com um único anseio: aproveitar todos os dias como se fosse o último. Com estilo próprio, o autor vai direto ao ponto, sem rodeios, com temas polêmicos que a sociedade prefere esconder.
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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Livros infantis mostram o encanto das belas histórias


Mostrar o poder encantador do que há de mais belo nas histórias, essa é a proposta dos livros infantis de estreia da artista plástica Giselle Vieira. Ela lançará dois livros simultaneamente, “O menino e a estrela” e “A menina do cabelo azul”. As obras têm como proposta divertir e fazer sonhar, além de formar jovens leitores. 

A autora esteve envolvida recentemente num trabalho infantil em parceria com a escritora e poeta Alexandra Vieira de Almeida, como ilustradora da série “Xandrinha e seus amigos”. 

Segundo Giselle, a beleza das histórias infantis se traduz na frase hipnótica “Era uma vez...”. Para ela, as obras infantis têm de mostrar o lado lúdico com a finalidade de encantar e emocionar crianças e pais, além de apresentar um viés educativo e empolgante. “Meus livros são para pessoas que gostam de contar histórias para seus filhos, netos, sobrinhos e alunos”.

- Por isso, a leitura precisa ser prazerosa não só para os jovens que ouvem, mas para quem lê também. As obras têm a proposta de levar aos leitores a riqueza de se contar uma história, para que percebam o que há de sublime na nossa realidade - ressalta. 

Giselle comenta que as duas histórias mostram, que apesar das mazelas e contradições na vida das pessoas, é possível superá-las com o belo toque da surpresa e do prazer que se revela num sonho possível de se tornar real. Realidade e sonho são as duas faces destes lindos contos infantis de Giselle Vieira.

O primeiro livro, “O menino e a estrela”, é sobre um garoto de rua que, apesar das dificuldades da vida, sonha em ter uma família. O objetivo é promover a caridade e o amor ao próximo, além de fazer com que as crianças reflitam sobre as pessoas que não têm onde morar.

O segundo, “A menina do cabelo azul”, conta sobre uma menina determinada a fazer valer as suas escolhas, como brinquedos e o amor à cor azul. Segundo Giselle, a ideia é fazer com que os leitores possam compreender a importância de se respeitar as escolhas diferentes dos outros e que cada um tem o direito de gostar do que quiser.
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terça-feira, 18 de julho de 2017

Jovem escritora Ana Beatriz Brandão lança 'A Garota das Sapatilhas Brancas'


Acaba de entrar em pré-venda o livro A Garota das Sapatilhas Brancas, lançamento da escritora Ana Beatriz Brandão, pela Verus, do Grupo Editorial Record. E os fãs devem se antecipar. Se o efeito de 2016 se repetir, quando Ana lançou O Garoto do Cachecol Vermelho na 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, a primeira edição deve se esgotar rapidamente.

E os fãs da escritora vão adorar a novidade que a Record preparou para esta pré-venda! Aqueles que adquirirem o livro também irão ganhar uma surpresa especial: uma bolsa incrível com a ilustração da capa.

Na obra, Daniel Lobos vive a vida plenamente. Dono de um coração enorme, o jovem divide seu tempo entre duas paixões: a música e as causas sociais. Até que seu caminho cruza o de Melissa, uma bailarina preconceituosa e mesquinha, que põe à prova aquilo em que ele mais acredita: que todo mundo merece uma segunda chance. Este romance mostra, através das lembranças de diversos personagens já conhecidos em O garoto do cachecol vermelho, também escrito pela autora, como as decisões podem afetar o destino. 

A Garota das Sapatilhas Brancas terá lançamento oficial e sessão de autógrafos na Bienal Internacional do Rio de Janeiro com data e horário a serem confirmados. O romance anterior, O Garoto do Cachecol Vermelho, já está na quinta edição e é sucesso de vendas. No ano passado, chegou a esgotar antes mesmo do lançamento na 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

Repetindo o que fez com O Garoto do Cachecol Vermelho, que tem parte da venda para a ABRELA, o novo livro terá a venda revertida para a ARELA-RS – Associação Regional de Esclerose Lateral Amiotrófica e para o Instituto Paulo Gontijo.

Para mais informações, acesse o link.
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segunda-feira, 17 de julho de 2017

“Os erros fatais do socialismo” chega às livrarias em julho pela Faro Editorial


Distribuição igualitária de bens e renda, extinção da divisão de classes, economia planificada, garantia de acesso a todos os direitos básicos controlados por um governo feito pelo e para o povo. Essas são as ideias centrais do Socialismo e que em sua teoria buscam uma forma de vida justa para todas as pessoas. Mas quando socialismo, política e interesses financeiros se encontram, a prática não é bem assim.

A Faro Editorial lança em julho o livro “Os erros fatais do socialismo” de Friedrich A. Hayek, um dos maiores pensadores políticos do mundo de sua geração e Prêmio Nobel de Economia.

Neste livro, Hayek apresenta um exame fundamental e crítico das ideias centrais do socialismo. Ele argumenta que o socialismo, desde as suas origens, foi confundido com algo embasado em fundamentos científicos e factuais, e mesmo lógicos, mas que seus repetidos fracassos, nas muitas e diferentes aplicações práticas que o mundo testemunhou, foram o resultado direto desse equívoco conceitual.

Sempre contundente e controverso – uma marca de suas obras - este manifesto traz um relato acessível às principais vertentes do pensamento de Hayek e explica a rede de erros em que todas as sedutoras e idealistas propostas socialistas se encerram.
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Entra em pré-venda o romance de época 'Não me Esqueças'


Autoridade em romances de época no Brasil, a escritora paulistana Babi A. Sette lança o livro Não me esqueças, pela Verus, do Grupo Editorial Record. Desta vez, a autora explora as terras encantadas da Escócia, que será cenário do amor de Lizzie, estudiosa da cultura celta, e Gareth, o enigmático líder de um clã. 

Entre os antigos e lendários castelos, estradas e salões de bailes, os personagens vivem uma paixão proibida e desafiadora, sem saber que finalmente poderão encontrar aquilo que só ousavam buscar em sonhos. Para escrever este novo romance, a autora viajou até os territórios escoceses e estudou os misteriosos costumes deste povo. 

A pré-venda já está disponível nas melhores livrarias do país e já agitou as redes sociais, tamanha era a expectativa pela chegada da obra. O lançamento oficial com sessões de autógrafos será na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, com dia e hora a ser confirmado pelo grupo Record.

Link de pré-venda: http://bit.ly/2u5M6U7
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segunda-feira, 3 de julho de 2017

Your Name.#01 será lançado em mangá pela Editora JBC

O mais novo título anunciado pela Editora JBC é o mangá Your Name. (Kimi no na wa, no original), de Makoto Shinkai. Completo em três volumes, o mangá é super recente, com seu último volume tendo sido publicado no Japão em abril deste ano.

Sucesso de bilheterias nos cinemas, Your Name. conta a história de dois personagens, Taki e Mitsuha, que misteriosamente acordam no lugar um do outro. Essa troca é temporária, mas acaba se tornando frequente. Dali, surge um relacionamento inusitado entre os personagens, que começam a se conhecer por meio de situações e sentimentos novos.

A animação superou as expectativas de lançamento, tornando-se o filme de maior sucesso nos cinemas em 2016 e a quarta maior bilheteria na história do Japão. Além do filme, o autor também lançou a história em versão de novel e a adaptou para o mangá com as ilustrações de Ranmaru Kotone.

A história
Mitsuha é uma menina que vive no interior com a família. Ela se sente entediada com tudo e começa a desejar que numa próxima existência seja um menino da cidade grande. 

Taki é um garoto de Tóquio que divide os dias entre escola e um trabalho de meio período. Ele se sente sozinho mesmo em meio à multidão, mas se mantém calado sobre o assunto.

Um dia, Taki e Mitsuha acordam com a sensação de estarem no corpo de outra pessoa. Ambos acham que estão vivendo um sonho apenas, até que no dia seguinte começam a ser questionados por atitudes estranhas quando retornam para seus respectivos corpos.

As trocas se tornam recorrentes e eles começam a registrar as alterações que fazem na vida um do outro. Uma misteriosa amizade surge entre eles e abre caminho para sentimentos novos e até então desconhecidos.
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sábado, 24 de junho de 2017

'Cem anos de solidão' ganha edição especial de 50 anos


A Editora Galera lançou uma edição comemorativa em capa dura dos 50 anos de publicação da obra-prima de Gabriel García Márquez.

Neste que é um dos maiores clássicos da literatura, o prestigiado autor narra a incrível e triste história dos Buendía – a estirpe de solitários para a qual não será dada “uma segunda oportunidade sobre a terra” e apresenta o maravilhoso universo da fictícia Macondo, onde se passa o romance. 

É lá que acompanhamos diversas gerações dessa família, assim como a ascensão e a queda do vilarejo. Para além dos artifícios técnicos e das influências literárias que transbordam do livro, ainda vemos em suas páginas o que por muitos é considerado uma autêntica enciclopédia do imaginário, num estilo que consagrou o colombiano como um dos maiores autores do século XX.
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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Baixe gratuitamente o livro Mortos Sem Sepultura


Em março de 2014 a PalavraCom Editora lançou a obra Mortos sem Sepultura, produzida pelo militar (à época major e atual tenente-coronel da Polícia Militar de Santa Catarina) Marcus Claudino, na qual revelava o drama dos desaparecidos. Ao longo do processo de edição, percebi o quanto a frieza dos números ocultava a dor da ausência inexplicável, sentida por mães (em especial), pais, familiares e amigos.

Claudino elaborou um trabalho de brilhante rigor estatístico e incluiu orientações de larga utilidade aos que vivem ou podem viver esse flagelo. O mais importante: o número de desaparecidos ultrapassa a percepção que a sociedade tem do problema. Todos os anos aproximadamente 200 mil pessoas desaparecem no Brasil, das quais 40 mil são crianças e adolescentes. O dado é assustador: equivale à população de uma cidade brasileira de porte médio.

Desde então passei a enxergar esta situação sob outra abordagem. E sempre que pude, colaborei com a causa de quem procura um ente querido. A ideia de deixar acessível – em PDF – o conteúdo integral da obra Mortos sem Sepultura é outro passo nesta direção. Esperamos que seja proveitosa. As citações são livres, desde que respeitem a fonte.

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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Editora Penalux lança obra de romancista vencedora do Pulitzer


A editora Penalux promove um resgate literário ao lançar o clássico romance Ethan Frome, de Edith Wharton, com a tradução de Chico Lopes. O livro, que é dito a partir da perspectiva do narrador, conta a vida e tragédia do personagem que dá título à obra. Repleto de teor psicólogo, a autora conta uma história de amor repleta de desolação, expectativas, devaneios e frustrações.

De acordo com Tonho França, editor da Penalux, o narrador encontra o personagem principal, Ethan, que conta sobre um triângulo amoroso ocorrido anos atrás. “A partir disso, somos transportados a uma epóca em que Ethan era um homem novo, que se dedicava com total comprometimento a fazenda e a cuidar da mãe.”

Segundo o editor, Ethan expressa um intenso desejo de se libertar do seu modo de vida e de seu casamento com Zenobia (Zeena). “É quando a esposa traz sua jovem prima Mattie Silver para ajudar com as tarefas domésticas, enquanto Zeena luta contra suas enfermidades.”


– Ethan se encanta com esperança para o futuro que Mattie traz e começa a ter pensamentos de um recomeço com ela. Mattie por sua vez também se sente atraída por Ethan. Eles têm o desejo de estarem juntos, mesmo sem manifestarem isso inicialmente. Percendo o envolvimento, a esposa, decide substituir Mattie por outra cuidadora – revela.

A história continua com Ethan e Mattie se declarando. A partir disso, decidem que morrer juntos talvez seja melhor do que viver separados. Porém, uma reviravolta faz com que todos os personagens sejam forçados a sucumbir aos desejos do destino.

Wilson Gorj, também editor, explica que o livro pretende mostrar que o amor costuma ser trágico e que houve uma época em que o peso das convenções sociais era tão forte que esmagava os sonhos. “Trata-se de um clássico. Muitos consideram este livro o melhor trabalho autoral da escritora.”

– Desejamos promover esse resgate literário, trazendo de novo ao público grandes obras, mas que caíram no esquecimento do mercado editorial brasileiro, como outra reedição nossa: “Os papéis de Aspern”, de Henry James – ressalta.

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quarta-feira, 21 de junho de 2017

'A cura da Aids' é o romance de estreia do escritor Dan Porto

O escritor gaúcho Dan Porto lançou seu novo livro no início do mês de junho. 'A cura da Aids' é a estreia do morador de Santa Cruz do Sul no gênero romance. O poeta e contista disponibilizou o livro para leitura gratuita no Wattpad. "Já publiquei no modelo tradicional, independente, artesanal, sob demanda, faltava vivenciar o Wattpad", conta o autor sobre a escolha da nova plataforma de lançamento. 

Sobre o tema do livro, Dan explica que escrever foi sua forma de dizer basta, de se esforçar para que a consciência a respeito do HIV e da Aids atinja mais pessoas. "É preciso fazer alguma coisa, não é lógico que, assim como o câncer, a Aids siga matando e cerceando nosso prazer em uma época em que podemos fazer quase tudo. São tantas coisas a resolver, mas tão poucas pessoas. Quantos mais de nós nos pusermos à disposição para resolver os problemas do clima, das doenças, da economia, da política, mais chances de êxito teremos", diz.

Enquanto escrevia, o ponto de apoio do escritor foi a obra 'Para o amigo que não me salvou a vida', de Hervé Guibert. "Poucos relatos mexeram tanto comigo quanto aquele. A voz de Hervé tem o volume de todas as bocas que exigem a cura. Os espíritos daqueles que tiveram a vida ceifada pela Aids e pelo HIV clamam por nossa ajuda."

Sinopse:
A cura para o HIV/Aids foi descoberta. Vencendo uma intricada rede de interesses, o médico inglês Joseph Trent e sua equipe conseguiram finalizar uma vacina eficiente contra o HIV. Mas governos e grandes laboratórios não desejam que a droga seja testada e produzida. Decidido a continuar, Trent terá de empreender uma arriscada jornada para testar a droga.

O livro 'A Cura da Aids' pode ser livro gratuitamente no Wattpad: w.tt/2rBU7Pc . Mais informações podem ser obtidas no site do autor Dan Porto ou em sua página no Facebook.
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Cineasta Marcos DeBrito lança novo olhar sobre mitos nacionais


A história do Brasil na era colonial foi marcada a ferro e sangue.

Sangue de homens e mulheres trazidos para essa terra estranha, de costumes e crenças alheios aos seus, povoada por seres rudes e mãos prontas para causar dor. Uma terra onde ser livre não era uma opção, nem mesmo na morte. E em meio tantas histórias fortes, foi com a mistura de crenças africanas e ritos religiosos que diversas lendas nasceram. No entanto, com os passar das décadas, muito das cores originais e do terror nelas contidas foram amenizados.

E é para resgatar esse terror original que O Escravo de Capela foi escrito. Aqui nossas lendas não parecem fábulas para crianças. Aqui elas são muito mais próximas do real.

O romance se passa no ano de 1792, auge da era colonial brasileira, quando a produção de açúcar nas fazendas de cana era controlada pelas mãos impiedosas dos senhores de engenho. Os homens acorrentados que não derramassem seu suor no canavial encontravam na dor de um lombo dilacerado o estímulo para o trabalho braçal. Não eram poucos os negros que recebiam no pelourinho a resposta truculenta para sua rebeldia. Pior ainda àqueles que, no desejo por liberdade, acabavam mutilados pelo gume de um terçado. No retorno de um morto que a terra deveria ter abraçado surge o pior dos pesadelos. E como se não bastasse o terror que assombra a casa-grande ao cair da noite, um conflito que parecia enterrado é reaceso, podendo destrancar um segredo capaz de levar todos à ruína.

O Escravo de Capela poderia muito bem ser um romance histórico, pois o drama principal são as relações entre os membros da família Cunha Vasconcelos e as consequências pelo longos anos de tratamento cruel dado aos escravos. Mas o autor é conhecido por entregar uma visão aterradora dos males reais que afetam o ser humano, trazendo terror às suas tramas como representação do pior que existe dentro de nós.

Esqueça as histórias de brincadeiras e estripulias de um moleque travesso. O assobio na floresta não é o aviso de traquinagem, mas o presságio de que o terror se aproxima. O caminhar errante, desiquilibrado e mutilado, é paciente. Porque a vingança vai chegar para todos de Capela.
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